Talvez
e possamos trocar todas as palavras
que ficaram por dizer,
talvez, um dia possamos lembrar
o que fizémos, vivemos
e calámos em nós...
Se houver um talvez
que seja diferente do que foi,
para que não haja mágoa
nem ressentimento,
pelo que não amámos,
não dissémos,
não fizémos,
e que vivamos cada dia,
cada presente sem sentir
o peso da tristeza, do vazio
pelo desamor que entre nós se instalou!
Eunice Roque - 14/12/2009


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